BRANCA DE NEVE
Era uma vez uma órfã branca como a neve, boca vermelha como o sangue, que se chamava Branca de Neve
(agora eu pulo toda a baboseira que você já conhece, baile, fada madrinha, meia noite, perde sapatinho...que me levanta outra questão: se tudo voltava ao normal meia noite, porque o sapatinho de cristal não voltou?...mas voltando ao assunto)
O príncipe queria muito achar a dona daquele sapatinho de cristal que havia dançado com ele na noite da festa e começou passar de casa em casa procurando um pé que coubesse nele.
Em quanto isso Branca de desfazia em chocolate, chorando, achando que perdera o principe. Suas irmãs, mesmo não gostando dela a serviam, e a cada dia que passava Branca ficava mais parecida com elas.
Enfim, o dia que o principe foi à casa de Branca e tentou enfiar os pés gordos das quatro dentro do delicado objeto. Branca queria contar que era ela a garota que dançara com ele na festa, mas já não era mais como antes, e além disso, se contasse as irmãs e madrasta a fariam trabalhar em dobro caso o principe não a quisesse. Então ele foi embora, procurar infinitamente pela dona do sapato.
Branca, as irmãs e madrasta viveram até o fim de seus
E VIVERAM
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